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Em seu segundo livro, Luis Maffei nos
convida a um circuito melancólico pelo inferno do
cotidiano. É livro de uma violência sutil que se propõe a um dos
desafios fundamentais da poesia, o de dar conta do que seja um
homem: aqui e agora. As obsessões do autor, como o futebol, o
inferno, a alienação da vida moderna estão todos presentes em uma
peça de resistência, e esperamos que a expressão seja compreendida.
Diremos apenas que Telefunken será um destes livros
memoráveis, e para isso pouca sorte bastará.
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