
idioma: Português | edição: 1
dimensão: 21.00 x 14.00 x 0.00 cm | peso: 0.300 kg
tipo de capa: Capa Dura
O primeiro volume da coleção Alfa, dedicada a textos anarquistas, traz o roteiro de filmes de Guy Debord, o mítico In girum immus nocte et consumimur igni, e o breve ensaio Crítica da separação, traduzidos para o português em uma edição bilíngue. Ambos os textos são marcados tanto pelo sarcasmo e agressividade do estilo de Debord, quanto pela profundidade de sua crítica ao sistema capitalista.
Guy Debord nasceu em Paris, em 1931, e foi criado após a morte de seu pai em várias cidades mediterrâneas. Participou do grupo Socialismo ou Barbárie de que se distanciou para fundar o movimento Situacionista. Dissolveu e refundou o movimento diversas vezes, até que alcança proeminência na segunda metade da década de 60. Sua obra-prima, A sociedade do espetáculo, é desta época. As primeiras cópias do livro a circularem em 1967 teriam sido o catalizador da revolta estudantil de 1968. Nos anos seguintes Debord iria viajar para a Itália e se tornar um pouco menos ativo em sua militância política, apesar de manter correspondênsia bastante ativa. Escreveu alguns livros e artigos na década de 70, além de filmes, tendo montado dois longas, uma versão filmada de A sociedade do espetáculo (1973) e In girum immus nocte et consumimur igni (1978). Em paralelo a isto atua como editor para as Editions Champ Libre, editora de Gérard Lebovici, empresário e produtor de cinema que financiaria seus filmes na década de 70. O assassinato à maneira de execução de Lebovici em 1984, que serviu como pretexto para que a imprensa acusasse Debord como responsável devido a sua influência radical sobre Lebovici, o afetou profundamente, o que provavelmente piorou seu já sério problema com a bebida. Os excessos levaram a uma doença nervosa bastante dolorosa, que por sua vez o levam ao suicídio com um tiro no coração em 1994.

.png)
.png)
.png)
.png)

















